sábado, 15 de fevereiro de 2014

Vícios

Os vícios são predadores da honra...

A terapêutica do organismo é marcada por limites...
Quando se excede a fronteira, a resposta é imediata!

Os efeitos traçam o total desequilíbrio do raciocínio,
Levando o indivíduo a mergulhar numa overdose de sensações
Que maculam a índole e o torna moralmente desafeto...

A identidade é corrompida pelo preconceito que vigora
E, em si, a noção de criatura perde-se no tempo...
O mundo se transforma numa opção desmedida e sem valor,
Enquanto o nome se desbota numa mistura sem compaixão.

Fantasias fantasmagóricas são telas do que não existe...
O exílio é consumado pela absorção intensa de substâncias
Que adicionam à imaginação um universo deprimente
Em que pseudo impressões deletam vestígios de vida...

Uma personalidade apócrifa é o destino do fim da linha!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Terapia

Um exercício constante é terapia
Desde que o querer da vontade seja a disciplina
Que envolve concentração para que se imprima
A verdade natural sem nuances de fantasia.

O papel do intelecto é aconchegar-se ao bem
Sempre em busca do belo que depura
Inconveniências bastardas passíveis de cura
Que o método dissipa em viés para o além.

Esse dispositivo é inimigo das trevas
Que sem preconceitos invadiu as eras
Mostrando soluções para inúmeros problemas...

Veículo indispensável à conquista da harmonia
Segregada pelas fraudes rituais da hipocrisia

Que olvida ser o estágio terapêutico antena!

Amizade

Há pessoas que plantam jardins, cuidam das hortas,
Desmancham-se em amores com corações de primavera,
Regam com paixão a terra, aí então se revela
O convite para que o amor bata sempre à sua porta!

Num diapasão análogo, entre as gentes há o cuidado
De cultivar tolerância e simpatia, sementes da boa vizinhança
Que não se atropelam e têm caráter ingênuo da criança
Que chora e esperneia quando não há alguém ao seu lado.

O segredo da amizade é a confiança mútua e o respeito
Que elevam de sensatez a alma e enobrecem o espírito,
A consciência que escreve sua vida nesse teor de libido
Sabe perpetuar-se nos degraus dos mais finos conceitos.

O companheirismo flutua numa sedução de solidariedade,

Pois, amizade é amor que rega canteiros de fraternidade!

Conciliação



Aluga-se um pranto insosso e de plantão
Que umedece a tristeza dos que estão sempre sós,
Lágrimas paraplégicas que despencam em caracóis
Cativam a saudade de quem convive com a solidão.

Arrenda-se um coração que bate em descompasso
Com pingos de chuva que fertilizam o solo,
Na areia côncava jogo-me e me destroço
Sem beijar o alcatrão que me vigia os passos.

Liberta-se a melancolia que tapeia o destino
E se execra de enrugar a face inocente do menino
Que sofre nas caladas da noite, as horas solitárias...

Destilam-se os prados onde a natureza sisuda, dorme...
Guardam-se as angústias na agonia dos alforjes
Para trazer do sonho uma vida desperta e humanitária!

Conciliação



Aluga-se um pranto insosso e de plantão
Que umedece a tristeza dos que estão sempre sós,
Lágrimas paraplégicas que despencam em caracóis
Cativam a saudade de quem convive com a solidão.

Arrenda-se um coração que bate em descompasso
Com pingos de chuva que fertilizam o solo,
Na areia côncava jogo-me e me destroço
Sem beijar o alcatrão que me vigia os passos.

Liberta-se a melancolia que tapeia o destino
E se execra de enrugar a face inocente do menino
Que sofre nas caladas da noite, as horas solitárias...

Destilam-se os prados onde a natureza sisuda, dorme...
Guardam-se as angústias na agonia dos alforjes
Para trazer do sonho uma vida desperta e humanitária!

Conciliação



Aluga-se um pranto insosso e de plantão
Que umedece a tristeza dos que estão sempre sós,
Lágrimas paraplégicas que despencam em caracóis
Cativam a saudade de quem convive com a solidão.

Arrenda-se um coração que bate em descompasso
Com pingos de chuva que fertilizam o solo,
Na areia côncava jogo-me e me destroço
Sem beijar o alcatrão que me vigia os passos.

Liberta-se a melancolia que tapeia o destino
E se execra de enrugar a face inocente do menino
Que sofre nas caladas da noite, as horas solitárias...

Destilam-se os prados onde a natureza sisuda, dorme...
Guardam-se as angústias na agonia dos alforjes
Para trazer do sonho uma vida desperta e humanitária!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Querer é Poder



Tudo é possível nas asas da imaginação...

Minha mente trabalha por quilômetros quadrados
E faz as coisas acontecerem em metros cúbicos...

O raciocínio pode ser lógico ou ilógico,
O que importa é a razão que há na consciência
Para concretizar o pensamento que assanha a criatividade...

Enfrento dilúvios e infernais holocaustos
Na tentativa de levar adiante meus propósitos...
Estradas pedregosas e espinhosas, driblo-as suavemente,
Pois, no reino da vontade conta a determinação.

Às vezes o sol vira lua, o céu fica cinzento...
Obstáculos existem para serem ultrapassados,
Não me dou por derrotado perante as intempéries,
A vitória depende do esforço, da sabedoria, do prazer...
Quem se entrega às adversidades jamais constrói seu espaço!