sábado, 27 de abril de 2013
Brincando com as Figuras
Com a sinestesia eu apuro os sentidos
Para sentir-me suave conforme o eufemismo,
Mas a redundância cutuca-me os ouvidos
E no exagero da hipérbole vejo-me reprimido...
Não me comparo com metáforas exorbitantes,
Nas extremidades da antítese busco ser feliz,
E quando ultrapasso os limites que o paradoxo diz
A elipse me esconde para que tudo seja como antes.
Com a anáfora o amor se repete a cada dia,
Como ser humano a personificação me seria alegoria
E as perífrases mostram-me as qualidades que este amor tem...
Quando tenho saudade, a apóstrofe chama o nome
E o anacoluto quebra a tensão que me consome
Perante as inversões e ironias que a catacrese obtém!
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